sábado, 25 de junho de 2011


"A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostra-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros,
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordada;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher."
Charles Chaplin

segunda-feira, 20 de junho de 2011


De tanto não poder dizer, meus olhos deram de falar... só falta você ouvir...(Alice Ruiz)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Tempo Certo


É comum em nossas vidas encontrarmos pessoas que agem de forma que achamos ser erradas, porém ainda não entendemos que cada um tem seu próprio tempo.

A Natureza nos presenteia com uma diversidade de flores, que nos encantam e nos fascinam.

Certamente, não as depreciaríamos apenas por achar que vários botões já deveriam ter desabrochado no prazo determinado por nós, nem as repreenderíamos por suas tonalidades não ser todas iguais conforme a nossa maneira de ver.

Nem poderíamos sequer compará-las com outras flores de diferentes jardins, por estarem ou não mais viçosas. Deixamos que elas possam germinar, crescer e florir segundo sua natureza e seu próprio ritmo. Isso será sempre mais óbvio.

Parece racional que ofereçamos a quem amamos o mesmo consentimento, porque cada ser tem seu próprio marco individual nas estradas da vida e não nos é permitido violentar a sua maneira de entender, comparando-os com outros, ou forçando com nossa impaciência para que cresçam e evoluam, como nós acharíamos que deveria ser.

 Hammed

domingo, 29 de maio de 2011

Canção na plenitude - Lya Luft


Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.

Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Velhas árvores - Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores moças, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo. Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem,
Na glória de alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Trago a força silenciosa dos galhos de árvores que pendem... envergam... mas não quebram!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

ORAÇÃO DA SERENIDADE



Oração da Serenidade foi escrita em 1943 pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr. Com grande profundidade, sintetiza a arte de bem viver. 

Concedei-me, Senhor,
a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar,
coragem para modificar aquelas que posso
e sabedoria para distinguir uma da outra,
vivendo um dia de cada vez,
desfrutando um momento de cada vez
aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz.

LIÇÃO PARA O VIVER:
Há coisas imutáveis e há coisas que dependem somente de nossa ação. Distinguir uma da outra nem sempre é simples. Mas é necessária para se viver bem e alcançar a Paz.